sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Desabafo***


E agora novamente, estou sozinho nessa, estou com a liberdade de espírito na palma da minha mão, livre no que devo pensar e no que devo agir, a que situação opinar. Posso contemplar a imensidão e o calor do sol, o brilho incessante da gloriosa lua, o furor e a calmaria das ondas do mar, tudo isso sem me preocupar em que horário ou de que forma. São coisas que não precisam ser vistas em outra perspectiva a não ser somente você e a natureza, como contatos únicos e íntimos. Posso ajudar a quem realmente me sinto tocado, contemplar agora os meus afastados amigos. Sorrir, dar risadas e até gargalhadas por aquelas situações mais bobas, constrangedoras ou até mesmo surpreendestes já ocorridas em minha vida. Deixar as coisas agora acontecerem, adoro ser imprevisível, nenhum futuro se compete e me compromete agora, vivo apenas o presente. O que farei amanhã, ou após o serviço, ou que seja o que for, somente o presente pode desvendar. Nada de contratos pessoais ou íntimos agora, preciso viver para mim e para mais ninguém, é deixar-se a vida mesmo mostrar-me as deveras respostas de forma simples e natural. Posso até vacilar, talvez estremecer-se e chorar, mas sei que algum dia ou de alguma forma, vou fazer com que tudo fique bem. Eu acredito no meu potencial e mesmo que tudo ainda ocorra diferente aos meus planos só quero seguir com a idéia de que tudo agora será menos conturbador e diferente.

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