terça-feira, 5 de abril de 2011

Ter amigos ou ser amigo


Amizade e amor constituem experiências humanas profundas e significativas em nossa vida. Elas são expressões de nosso ser no seu todo: o respeito sério, profundo e livre para com o bem da outra pessoa, a partir de uma amor ativo e afetivo.
Amizade e amor são dois amigos que se amam mútua e gratuitamente, em qualquer lugar do mundo, em qualquer situação, independente do sexo, da profissão, da distância...
Todos gostamos de ter amigos. Mas, será que ter amigos significa a mesma coisa que ser amigos? Parece que não! O contentar-se em ter amigos, exclui de modo sutil e despercebido, o amor. Perceba a relação de um que “tem amigos”: busca de todo modo ser amado; busca benefícios pessoais; tenta a posse e o domínio do amigo para a sua auto-segurança e auto-satisfação. O “ter amigos” expressa uma relação interesseira, basta ver os tipos de atitudes egoístas da relação; aí está uma amizade camuflada que precisa de atenção! Por outro lado, o “ser amigos”, inclui a exigência do amor como atitude de respeito à pessoa do outro. Ser amigo não permite fazer do outro um objeto de possessão e dominação de nossa parte. Amizade, de verdade, é uma experiência que nasce de um encontro espontâneo, significativo e profundo, a partir de duas vidas diferentes.
A amizade e o amor são experiências que nos levam à plenitude da vida. É esta a meta para a qual todos nós tendemos, que buscamos e que esperamos. A plenitude da vida é o desejo mais íntimo de cada um de nós. Isto é de lei! E a amizade é uma possibilidade para isto acontecer.

sábado, 2 de abril de 2011


"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."


Brinquei de Novo Com o Seu Coração!


Desculpe-me, difícil de acreditar, mas acho que lhe magoei de novo, mais que amigos, éramos dois amantes, mas não consegui valorizar esse sentimento e isso é tão normal de mim. Complicado, mas acho que brinquei com o seu coração novamente, acabei-me mal nessa história, como um manipulador de sentimentos lhe cativei, e você, tolo, caiu na minha. Eu vi os dias nossos se terminarem em um temível colapso, rodeado de incertezas você culminou de ressentimento seu coração, e isso me entristeceu bastante.

Doeu fazer você acreditar que poderíamos ser grandes amantes e felizes algum dia. Como já disse, tenho essa mania infeliz de me atrair por mera impressão e isso faz acreditar em massa que estou perdidamente apaixonado quando na verdade nem um pouco estou.

Então, por favor, tente me perdoar, eu não acredito mais em contos de fadas, botei as idéias no lugar, mas já tinha cometido o meu erro. Brincar com seu coração foi péssimo, mas simplesmente não consegui evitar, eu perdi esse jogo. Agora pelo menos, você já reconhece que em mim não há ingenuidade alguma. Não sou tão agradável assim e isso você já acabara de notar.